
Enquanto escrevo
sobre o vento que passa
Entre os pinheiros
sobre as águas que deslizam
nos caminhos do mar
O pinheiro balanceia
As águas reproduzem-se
O vento respira
Abandono então o poema
E sento-me a ver o peixe
Voluptuoso a ouvir o corpo
Em sua morada
E não faço nada
Porque não há nada
Para fazer
Casimiro de Brito
9 comentários:
Um blog muito bonito.
Parabens.
Do poema à imagem, belissimo.São estas imagens da natureza que nos fazem sonhar.Beijinhos com amizade.
ps:A Primavera por aqui está mais florida, depois adubar e de fazer uma muda de terra que fiz nas plantas de interior, espero fazer o mesmo nos jardins, tenho umas coisas para lá meter, fica para amanhã ou depois
Como sempre um conjunto de imagem e poema muito bonito.
Gostei muito do poema que não conhecia.
Beijos
Dou-me conta que me perdi a olhar o mar. Por completo. Esqueci-me. Acho que até ouvi as ondas...
E mais uma vez Casimiro de Brito. Obrigada.
Beijinho, Lisa
Duvido. Viajar na tua alma é fazer muito. Muito por algum momento, alguma observação...
Parabêns. Belo poema.
Estou de volta à tua realidade (ou poesia)...
e eu respiro com o vento na beleza destas palavras
beijos
Vês? Se tivesses levado uma cana de pesca isso não acontecia. Não precisavas de estar para aí sem fazer nada!!!!!!
Lisa,
que bela escolha do poema de Casimiro... abandonar-se a visão da natureza... tem coisa melhor?!?!? não...
Beijinho e boa semana!
A olhar a imagem e a ler o poema deixei-me levar e esqueci onde estava.
LINDO!!!
Jinhossssss
Enviar um comentário