
Quem ama a liberdade conhece que é idêntica a verdade e a não-verdade o ser e o vazio e por isso na sua celebração a metáfora expande-se na liberdade de ser a ténue sabedoria desse momento e só desse momento em que o arco cresce.Há então que procurar a chuva dessa nuvem ou desdizê-la não para o nosso olhar mas para um outro rosto de areia que cresce no vazio e poderá ser de pedra ou de ouro ou só de uma penugem O poema é o encontro destas duas faces de nenhuma substância quando no vazio do céu os anjos se diluem com as mãos despojadas
António Ramos Rosa
12 comentários:
Obrigada pelas doces visitinhas lá no Compartilhando as Letras.Obrigada.
Olá Sónia.Obrigada pela visita.
Beijinho
Anjos, borboletas, verdades, liberdade. Viva! Continue transmitindo esperança.
Abs,
fernando
http://neo-bio-blog.blogspot.com/
bela e profunda esta reflexão do antónio ramos rosa!
beijinho
...que belas palavras, amiga!
Há muita poesia no seu texto...
Beijos de luz e um domingo feliz!!!
porque os opostos têm uma forte capacidade de atração
boa semana
beijos
Querida Amiga:
Que beleza! A foto e o texto de António Ramos Rosa em conjugação perfeita!
Beijo
Fernando.Gosto de todas as coisas que fala o post!
Beijinho
Maria Jose Quintela.Agradeço a visita,como as palavras.
Beijinho
Mundo Azul.Como seria bonito,a vida do dia a dia ter mais poesia!
Agradeço visita
Doce beijo
Carla. Concordo com as palavras,sei que assim é!
Agradeço visita
Terno beijo
Papoila. Gosto bastante deste escritor!como tal partilho,um pouco.
Agradeço a visita,e meu terno Beijo
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