As coisas da vida se fazem em pequenos gestos, acções, emoções, esperança,e fé.Sonhos para seguir a linha do horizonte como meta.
Assim neste caminhar de mão dada com todos desejo um bom fim de semana a quem visitar este espaço.
sexta-feira, janeiro 27, 2012
terça-feira, janeiro 24, 2012
No poder da terra
as minhas raízes nascem
brotam e rebentam em gerações perdidas.
De manto majestoso é vestida a Natureza
de mistérios e desventuras são vestidas as vidas,
oiço gritos e vozes de antepassados
que habitam em mim.
Da força da pureza espiritualizam ritos
e perpetuam memórias
sou filha da terra,do solo,do Pó.
Em mim nasce a imortalidade das plantas,
das árvores,dos rios
comungo com a natureza os hinos dos Povos
distantes, longínquos e esquecidos.
Sou filha do solo e nas vozes da terra
vou gravar a vida de um Povo
e fazer-me parte dele!
Elsa Cláudia de Sousa Dias
as minhas raízes nascem
brotam e rebentam em gerações perdidas.
De manto majestoso é vestida a Natureza
de mistérios e desventuras são vestidas as vidas,
oiço gritos e vozes de antepassados
que habitam em mim.
Da força da pureza espiritualizam ritos
e perpetuam memórias
sou filha da terra,do solo,do Pó.
Em mim nasce a imortalidade das plantas,
das árvores,dos rios
comungo com a natureza os hinos dos Povos
distantes, longínquos e esquecidos.
Sou filha do solo e nas vozes da terra
vou gravar a vida de um Povo
e fazer-me parte dele!
Elsa Cláudia de Sousa Dias
sábado, janeiro 21, 2012
Não poderia ficar indiferente ao evento que hoje decorreu na Cidade de Guimarães.Não estive presente vi pela TV um belo espectáculo de abertura deste grande certame que é a Capital da Cultura 2012. A esta cidade me move raízes grandes, não por nascimento mas sim por outros laços, de amor, pais e irmãos e sua gente que quando pensa se esforça e realiza a obra, hoje se viu isto em todas as áreas da cidade.
Ainda estes dias fui dar um passeio a esta cidade, e muitas emoções vieram a flor da pele, quando me falam do pai e muita coisa que o mesmo fez nesta cidade.
Para todos quanto trabalharam para esta obra bem hajam por tanto, é caso para dizer o homem sonha a obra nasce, e como estou tão perto será uma boa altura para ver arte e cultura que vai inundar esta cidade com tanta juventude de várias artes desde a música, bailado,jazz, e um sem fim de coisas. No fim de ver algumas coisas, provar as tortas de Guimarães o Toucinho do céu, sem falar de outras iguarias.
Fica assim um cheirinho da Capital da Cultura 2012, se não conhece vale a pena vir dar um passeio e ver tudo que esta Cidade tem para oferecer ouu não seja Berço da Nação.
Para comer, fazer uma visita a este lugar com história e boa comida, adega dos caquinhos . O porque deste nome, é as paredes serem cobertas de cacos de louça que se partiram um dia.
As pedras, ruas e lugares, falam da sua história, esta foto é da Praça da Oliveira.
quarta-feira, janeiro 18, 2012
Anjo,
Tua presença traz para os meus dias,
A alegria das alamandas.
Os aborrecimentos,
Quando nos distraímos e eles surgem,
São de pouca espessura,
E a beleza do existir não desanda.
Anjo,
Vês as aves nos braços do espantalho?
Vês?
Eu não ligo,
Pois elas não trazem preocupação.
Chegaram famintas de lugar distante...
Escuro areal de leitos secos de rios
Forrados de ferinas lascas de cascalho.
Anjo,
Elas vêm saciarem-se do meu trigo.
Que se fartem... e partam satisfeitas.
Não farão estragos importantes,
Ou rasuras,
Na semeadura,
Que diminua a abundância da colheita.
Anjo,
Com a luz e o calor da tua presença,
Sempre eclodem mais sementes
Do que é preciso,
Para fazer o nosso pão.
António Miranda Fernandes
Tua presença traz para os meus dias,
A alegria das alamandas.
Os aborrecimentos,
Quando nos distraímos e eles surgem,
São de pouca espessura,
E a beleza do existir não desanda.
Anjo,
Vês as aves nos braços do espantalho?
Vês?
Eu não ligo,
Pois elas não trazem preocupação.
Chegaram famintas de lugar distante...
Escuro areal de leitos secos de rios
Forrados de ferinas lascas de cascalho.
Anjo,
Elas vêm saciarem-se do meu trigo.
Que se fartem... e partam satisfeitas.
Não farão estragos importantes,
Ou rasuras,
Na semeadura,
Que diminua a abundância da colheita.
Anjo,
Com a luz e o calor da tua presença,
Sempre eclodem mais sementes
Do que é preciso,
Para fazer o nosso pão.
António Miranda Fernandes





