No poder da terra
as minhas raízes nascem
brotam e rebentam em gerações perdidas.
De manto majestoso é vestida a Natureza
de mistérios e desventuras são vestidas as vidas,
oiço gritos e vozes de antepassados
que habitam em mim.
Da força da pureza espiritualizam ritos
e perpetuam memórias
sou filha da terra,do solo,do Pó.
Em mim nasce a imortalidade das plantas,
das árvores,dos rios
comungo com a natureza os hinos dos Povos
distantes, longínquos e esquecidos.
Sou filha do solo e nas vozes da terra
vou gravar a vida de um Povo
e fazer-me parte dele!
Elsa Cláudia de Sousa Dias

6 comentários:
Belíssimo poema soberbamente ilustrado.
Obrigada pela partilha.
Bjs.
Bonito poema. :)
Beijito.
Que bonito poema, amiga Lisa, muitíssimo bem ilustrado pela majestosa árvore.
Beijinhos
Ná
Excelente poema e deliciosa foto...
Te agradeço tuas palavras num momento de saudade e dor: não esquecerei tua amizade!
BS
Minha adorada e querida amiga, ao leres isto deves pensar esta está doida com tanto lamechismo, mas hoje deu-me para isto porque será?
1º quero-te pedir desculpa de não vir aqui tanto como gostava pois o tempo voa e quando damos por ele já se foi, depois minha linda espero que não te chateis comigo pois eu gosto muito de ler os poemas e as tuas letras são lindas mas meu amor eu já estou um pouco pitosga e nem com óculos já la vou.
Então resolvi com todo este carinho te pedir se dava para as meteres um pouquinho só que seja maiores para eu poder ler, desculpa o abuso mas quem não pede não ouve Deus, agora vou prometer que tentarei vir mais vezes pois tu és uma querida amiga e mereces tudo de bom , beijinhos de luz e muita paz...
ma-gni-fi-co!
obrigado por partilhares connosco.
abraço.
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