sexta-feira, janeiro 29, 2010



Sempre pretendi ao longo da vida ser!Simples, leal,amiga, e com convicções do que quero para mim e para os meus. Ser feliz, e fazer com que os meus o sejam,olhar a vida de um modo diferente de alguns,que sempre se queixam se faz chuva ou se faz sol,como seres humanos temos que enfrentar as revalidades que a vida tem. Quando a roda tenta fugir para o outro lado? Em primeiro lugar pensar,e depois enfrentar,e tentar criar soluções para resolver o problema.Quando o trabalho é para mim,tenho de o fazer,custe o que custar,assim foi habituada e não me sinto mal,se as adversidades se sobrepõe,dou um passo de cada vez e nunca maior que a perna.As coisas não estão fáceis para ninguém,mas sempre outros estarão pior que nós,arregaçar as mangas é preciso,se algo está mal,vamos tentar consertar e não destruir,assim é a minha forma de pensar.

Agora meus amigos que visitam este blog!Vou estar ausente,até ao meio da semana que vem,o filho vai ser operado e vou estar junto dele,para lhe dar todo o carinho e apoio,até lá sejam felizes.
Lisa

quarta-feira, janeiro 27, 2010



Faz hoje 65 anos que as tropas que as tropas soviéticas entraram no campo de extermínio nazi de Auschwitz,na Polónia. Neste campo foram massacrados,pelos nazis,mais de um milhão e meio de homens,mulheres e crianças,na sua maioria judeus,também ciganos,prisioneiros de guerra russos,polacos e presos políticos,o nome de Auschwitz e considerado um símbolo de uma dos maiores crimes cometidos contra a humanidade.Para que conste na memória e que jamais fique esquecido na mente de cada um.

terça-feira, janeiro 26, 2010


Poeta
Sou poetisa.Por força do destino.
E porque foi no Minho que nasci.
Gerei-me entre giestas, rosmaninho,
Bebi nas suas fontes, recolhi

Na íris dos meus olhos, o fulgor.
Da paisagem mais verde que já vi.
Este meu jeito de cantar, ficou-me
Dos pássaros cantores que lá ouvi.

Povo do meu País: levai meus Poemas.
Apertai-os nas rudes mãos calosas.
Ungi-os do perfume acre da terra.
Mais denso que o das rosas.

Lede-os ao sol, aos campos, as colinas.
Decorai-os depois, naturalmente,
E bebei-lhes o amor da vossa sede.
Sofrei também, sofrei fraternalmente.

O travo do amargor das minhas queixas,
Os sonhos que sonhei e naõ vivi.
Beijai-me neles, que me exaltareis.
Foi para vós que os escrevi


SOLEDADE SUMMAVIELLE

segunda-feira, janeiro 25, 2010



ALMA DE POETA

Quando forço para que as palavras saiam, elas travam, elas tem que sair por si só, quando forço, nem mesmo as que ja estavam preparadas costumam me deixar. O poeta para viver bem a vida de poeta precisar sofrer, um poeta que ama e esse amor é correspondido, nao consegue escrever para se satisfazer, proque essas palavars servem basicamente para isso, completar-se diante da mulher desejada, quando um poeta ama e esse amor nao é correspondido, ai sim ele se deleita em tantas palavras e rimas como se seu mundo fosse apenas aquilo, quisera eu amar ser amado e ainda conseguir escrever como um poeta de verdade, preciso sofrer, todos os poetas precisam.

Arturo Angelin