
Entre o Mar e Montanha, eu escolherei o Mar! Pela serenidade de pensamento, o esvoaçar das gaivotas no cais. Sim do cais das recordações, do amor e de outros tempos que não voltam.
Dos livros lidos ao fim da tarde, onde via o sol a se esconder, dos passeios de mão dada, dos amigos que partiram e outros que ficaram.Saudade do vento que batia nas fases e onde a maresia nos trazia o cheiro a sargaço e alegria, do brincar na areia em criança, tudo isto lembro do mar.
Da montanha... gosto dela pelo espaço verde do esconder do sol no fim da tarde, onde pensamos que correndo montanha acima o vamos encontrar ali a nossa espera e apanhar nas mãos.O rebentar das árvores no começo da primavera, dos ninhos e tudo que a natureza nos oferece, deitar em verdes prados de erva, nas tardes de verão, o ouvir cantar os grilos...e onde a camomila nos dá o tom do amarelo da amizade.
Sentar na beira do riacho de pés descalços e sentir a água fresca do verão, por tal a montanha tem seus encantos da natureza.
Da chuva eu gosto a minha maneira, algo que muitas vezes não sabemos explicar o sentido, quando ela nos molha o rosto. Tem sua beleza é vê-la bater na vidraça em dias de inverno.Sentar Junto a lareira, e ela a molhar a terra.E nos dias de desanimo nos apetece vir para a rua, abrir os braços virados aos céus e sentir o cair da chuva no corpo, como que seja o lavar das mágoas das nossas desilusões, e de tudo que nos rodeia.
O sol... esse que aquece os meus dias e me faz a alma cantar de alegria e boa disposição, que nos faz saltar da cama logo cedo para desfrutar este prazer que é o sol e a vida, que alguém um dia nos deu com carinho e amor! a isto eu chamo de mãe que é a natureza