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quinta-feira, fevereiro 25, 2010
Cada dia que passa depois da tragédia que assolou a Madeira e sua gente, fico mais perplexa.Uns vem dizem que as vítimas foram tantas,depois vem outros e dizem ser diferente,agora pergunto quem fala verdade;depois dizem que nós os continentais é que não somos livres de expressão,eu continuo a dizer que somos.Se trata a todo gás do Funchal para turista ver,e as freguesias que ainda reclama ajuda,fica para quando.Se deve repartir o mar pelas aldeias,já dizia a minha avó,e penso que daqui a um ano ainda vamos ouvir,os mesmos a pedir ajuda.Até já se fala em festa das flores! Ainda não se enterraram os seus mortos,os seu governantes devem ter respeito pela dor humana. Eles ainda não tem condições para habitar,não tem comida nem roupas,e vejo os mesmos a se queixar de falta de ajuda?Será que as TV todas estão compradas...não acredito, e todas elas dizem o mesmo.Como já nos habituaram as loucuras será mais uma certamente.Ou brincadeira do Carnaval,como fazem alguns.
domingo, outubro 11, 2009

Foto Irene Sheri
Neste dia de descanso e reflexão para alguns! O meu, é sobretudo tranquilo e em família,paz tranquilidade e harmonia.O sol está lindo e calor ameno e delicioso.Ficam as palavras.
As mãos é sinal de partilha,assim elas devem estar abertas
Se te abeirares da janela olha o horizonte,mas sobretudo o teu!
Nunca deixes de abrir o coração para o dialogo e a fraternidade
Ao caminhares,o faz com determinação,mesmo na horas incertas.
Lisa
sexta-feira, janeiro 30, 2009
Se Penso, Existo

Se penso, existo; se falo, existo para os outros, com os outros.
A necessidade é o lugar do encontro. Procuro os outros para me lembrar que existo. E existo, porque os outros me reconhecem como seu igual. Por isso, a minha vida é parte de outras vidas, como um sorriso é parte de uma alegria breve.
Breve é a vida e o seu rasto. A posteridade é apenas a memória acesa de uma vela efémera. Para que a memória não se apague, temos que nos dar uns aos outros, como elos de uma corrente ou pedras de uma catedral.
A necessidade de sobrevivência é o pão da fraternidade.
O futuro é uma construção colectiva.
António Arnaut
terça-feira, julho 29, 2008
Tempos Modernos!!!

Neste momento,do que mais gostaria era,que deixassem a violência que se assiste todos os dias,se mata sem razão nem nexo. Ontem por aqui um fulano por rixa de transito dizem,atirou noutro a queima roupa. O respeito pelo semelhante passou ao lado,a miséria é constante,jovens sem futuro casais sem emprego! mas vejo que não será só no nosso país.O mundo está assistir ao desequilíbrio da humanidade,uns com muito, outros com tão pouco.Até custa ver certas coisas,mundo avarento só dinheiro.
Como se pode viver e ver,tanto disparate a solta,se mata por qualquer coisa.Logo de seguida são postos em liberdade,se passa a mão pela cabeça, é vê-los logo de seguida a fazer o mesmo. Se não vejamos nos jornais e meios de comunicação,se não é assim. Fico triste por ver isto todos os dias e em todas as horas,só é cego quem não quer ver,temos de estar alerta com as nossas crianças,sempre a desconfiar no parceiro do lado,no vizinho,etc etc.
Para alegrar a vida nada melhor que um cé azul,com esperança de um mundo melhor
quinta-feira, junho 26, 2008
Igualmente

Eu vi!
Uma lágrima correndo
Pela face de algum solitário
Eu vi essa lágrima mais de mil vezes
Correndo por milhões de rostos
E essas pessoas sentavam-se umas contra as outras
Não atreviam simultaneamente olhar-se
Cara a cara
Olhos nos olhos
Ficavam bisbilhotando-se
Suspirando uma emoção contida
Que negavam assumir
E praguejavam interiormente uns aos outros
Reclamando da frieza de seus semelhantes,
E circulavam paralelos
Conhecendo-se apenas por um rastro no chão
Eu vi!
Juro que vi!
Mas não tive forças para contar
Ao cara de dock sider o que
Eu havia visto.
quinta-feira, maio 22, 2008
Falar de Amor

Hoje vou falar de Amor! se calhar do meu amor aquele que não tem hora não tem dia,mas sim a luta diária do trabalho do companheirismo, luta de contar as fraquezas e as incertezas da vida.
Mas sobretudo falar de Amor! Muito amor,aquele que resiste ao tempo as intempéries a tempestades das ocasiões,do compre e pague depois,sim porque este é falso,não tem sustentação é muito superficial;gosto do Amor que dá e recebe sem olhar, a coisas aos dias e as horas,tem de estar presente na luta do dia a dia,e quando cansada das lides tem um abraço mas aquele do tamanho que deve ter o amor para acolher e relaxar,do tempo gasto das coisas reais que tem o amor,verdade carinho e ternura,este é o Amor que gosto... O meu.
segunda-feira, março 31, 2008
A Janela

Aprendi que se aprende errando. Que crescer não significa fazer aniversário. Que o silêncio é a melhor resposta, quando se ouve uma bobagem. Que trabalhar não significa só ganhar dinheiro. Que amigos a gente conquista mostrando o que somos. Que os verdadeiros amigos sempre ficam com você até o fim. Que a maldade se esconde atrás de uma bela face. Que não se espera a felicidade chegar, mas se procura por ela. Que quando penso saber de tudo, ainda não aprendi nada. Que a natureza é a coisa mais bela na vida. Que amar significa se dar por inteiro.
desconhecido
A paixão é uma centelha transformada em fogo;o amor é uma chama continuamente alimentada.
A paixão é fácil,mas esvazia;o amor é difícil,mas sacia.
Valério Albisetti
Rabiscado por Agulheta