Naquele dia de Setembro, normal e igual a tantos outros na central de comunicações,onde somos rodeados de mapas,telefones,rádios de banda alta e média,é lá onde cai todas as comunicações.No parque de viaturas onde se encontram carros todo terreno,auto-sapadores, e ambulâncias para vários tipos de socorro,assim é a vida do soldado da paz.Vigilante 24 sobre 24,estão sempre atentos por esta causa que abraçam,quando o operador de central chama o chefe de serviço os que se encontram dentro das instalações,se movimentam e correm a saber o que se passa e são precisos os seus trabalhos,assim é a vida do Voluntário que serve.Verificam se todas as viaturas estão devidamente equipadas para o fim a que se destinam, e assim vai correndo o dia.
Mas neste dia fatídico do 11 de Setembro,tinha entrado ao serviço por volta das treze horas,quando naquela hora e minutos 13horas e 44 minutos a TV nos coloca perante o olhar,a maior tragédia da humanidade.Ficamos impávidos sem explicação para tanta destruição,os olhares se cruzam e correm as lágrimas sobre os rostos dos colegas que neste dia estavam de serviço,ficamos paralisados sem saber o que dizer.Ainda hoje sinto o arrepio no corpo e as lágrimas que correram por tantas vítimas inocentes.Hoje passados 10 anos sobre a tragédia que abalou o mundo,penso...ou por outra tenho a certeza que temos dias que pensamos que tudo está diferente e muito mudou na sociedade.O meu simples gesto de nobreza como soldado da paz,presto a minha homenagem as vítimas que padeceram as mãos de seres sem escrúpulos e terroristas, que não respeitam os valores, o ser humano e o fanatismo fica dono da destruição.Aos amigos e soldados da paz de todo o planeta que enfrentam o fogo e destruição,sempre haverá uma Fénix renascida das cinzas,e um grande Anjo da Guarda para nos cobrir com seu manto nas horas em que deixamos a família para socorrer quem precisa.


