domingo, dezembro 02, 2012
Tempo frio onde apetece o calor da lareira, e o olhar se desvia em mil pensamentos na claridade do lume, assim passa o dia em correria galopante.
Hoje me vieram a cabeça coisas de criança, de jovem e até já de adulto, tudo era mais "pobre", mas sem este lufa lufa dos centros comerciais, era uma época mais humanizada.O Natal se aproxima em passos largos, já algumas luzes enfeitam as ruas, para alegrar o coração de muitos.Mas daqueles que não tem casa, dos que ficaram sem pão, sem trabalho, sem esperança, de algibeira vazia, a esses não.Por muitas razões até a nossa felicidade se sente fria e vazia quando se pensa nos que sofrem e são tantos.
Como podem alguns, deitar a cabeça no travesseiro e dormir em paz consigo e com Deus, se calhar esses estão habituados a isto, quem não está sofre a dobrar, se zanga, diz disparates, e por ai fora, é assim que me sinto no momento com tanta maldade de governantes e senhores do dinheiro.
Lisa

5 comentários:
Um texto real!
Tenho saudades dos natais de outrora, sem o consumismo de hoje.
Hoje, pelas ruas, apenas se vêem rostos "fechados" , onde a tristeza e incerta da vida lhes roubou o sorriso.
Quem os colocou assim,continua feliz, indiferente à miséria do país!
Beijos.
Amiga Elisa! Sim quem os colocou assim,quem o fez devia ser responsabilizado pelos danos,fosse quem fosse.Beijinho
Também sindo saudades da simplicidade dos Natais de outrora, Lisa. E também me entristeço com a sorte avessa dos desvalidos... São tantas as injustiças da vida...
Beijos
Esse é o meu desabafo, porém não sei dizer com esta propriedade. O texto é abundante e magnífico. Beijo e um sorriso moça talentosa
olá amiga, que saudades tuas, o teu blog é uma lufada de ar quente neste tempo gélido. Beijos grandes
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