
Os Amigos
Os amigos amei
despido de ternura
fatigada;
uns iam, outros vinham,
a nenhum perguntava
porque partia,
porque ficava;
era pouco o que tinha,
pouco o que dava,
mas também só queria
partilhar
a sede de alegria —
por mais amarga.
Eugénio de Andrade, in "Coração do Dia"
A todos os amigos que visitarem este blog,bom-fim-semana com amizade respeito e carinho.
Lisa
10 comentários:
Olá Lisa
Uma escolha soberba!
Eugénio de Andrade um dos meus poetas preferidos.
Um bom fim de semana pata ti tb.
Bjs.
Olá querida
Lindo poema, os amigos são irmãos escolhidos.
Boa semana
Com muito carinho BJS.
Minha querida
Os amigos são um pilar muito importante na nossa vida...os amores vão,mas os amigos sinceros ficam para sempre.
deixo um beijinho com carinho
Sonhadora
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Que poema bonito! Obrigada, pela partilha...
O seu espaço está lindo, Elisa!
Beijos de luz e o meu carinho...
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Oi, querida amiga...
passandoa prá deixar meu carinho!
Bjs.
Querida Lisa!
Eugénio de Andrade...
Um dos meus favoritos!
Os amigos partilham tudo, tudo mesmo!
Tive amigos cá em casa que já não via há 20 anos... imagina!
Nada mudou, só estamos "um pouco" diferentes por fora!!!
Foi tão bom!
Para o ano vou passar férias à casa deles no sul de França, em Vias. Na segunda quinzena de Setembro, se tudo correr bem.
Eles vivem em Genebra a 10 minutos do lago Constância.
Cantão Francês! Longe do Pedro...
mas eu de lá irei ao Pedro!
No Natal ele vem!
Este ano vai ser Natal mesmo!
Beijinhos amiga.
Preciso de te falar, telefone-te!
Ná
Eugénio de Andrade é... Eugénio!
Sempre!
Beijos.
Um beijo, Lisa e uma feliz semana para você, com o carinho da amizade que me inspira.
Eugénio de Andrade compreendia bem o que era ter amigos e até que ponto a amizade precisa de ser alimentada.
Lindo poema e linda imagem que colocaste no post.
Beijocas e boa semana.
Graça
*
amiga
há amigos e amigos . . .
deixa-me destoar,
,
Amigos! Cento e dez, ou talvez mais,
eu já contei. Vaidade que eu sentia,
julguei que nesta Terra não havia
mais ditoso mortal entre os mortais!
Um dia adormeci profundamente:
ceguei. Dos cento e dez houve um somente
que não desfez os laços quase rotos.
"Que vamos nós, diziam, lá fazer?
Se ele está cego, não nos pode ver!"
Que cento e nove impávidos marotos!
,
in-camilo castelo branco !
,
conchinhas,
,
*
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