
Como As Espigas
Finalmente (embora
saibas que não há
nem fim nem princípio):
deves dizer ainda
que há uma rosa de espuma
no teu peito e que
o seu perfume
não se esgota. E que lá
também existe
uma fonte onde bebem
as flores silvestres. Mas não
humildes, como ias
chamar-Ihes: altas
como as espigas
do vento, que no vento
se esquecem e que no vento
amadurecem.
Albano Martins
in Escrito a Vermelho
10 comentários:
Minha querida
Um maravilhoso poema, levou-me a paragens distantes, sentires esquecidos.
Beijinhos
Sonhadora
*
que belo
restolho de palavras !
,
brisas serenas,
ficam
,
*
As flores silvestres são as mais naturais e perfumadas... têm o direito de se altearem como as espigas e de serem beijadas pelo vento...
Bjs e um bom fds
Graça
Olá querida amiga
Lindo, é um poema dourado.
Bela escolha.
Com muito carinho BJS.
Lisa
Um delicado poema este que hoje traz até nós, minha amiga...
Tenha uma linda tarde e um bom final de semana.
Beijos
Olá Lisa
Lendo o poema deixei-me levar pela imaginação e remexi no baú das recordações...
Bjs.
Que bela escolha!
Beijos, boa semana, Lisa!
Querida Lisa!
São lindas as rosas silvestres, aliás são lindas todas as flores silvestres...
Belíssimo poema.
Beijos
Ná
Ola Amiga Elisa,
Bonito este poema, cheio de cor e cheiro!
Bjinhos
Céci
Escolheste um poema maravilhoso, adorei!
Desejo-te uma semana muito feliz!
Beijocas doces,
Ana Paula
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