terça-feira, dezembro 16, 2014

Coisas simples podem ser grandes basta sentir e olhar de outra forma
O cantar das aves, o vento que faz a folha cair, a onda que se desfaz em espuma
na areia da praia, o choro de uma criança  ao nascer, o campo verde até perder de vista,
de tão verde.
É este porquê muitas vezes que olhamos e não temos explicação de tão belo que é
e podemos ter, basta querer e observar em tanto que temos.
Embora actualmente vermos outras coisas que nos deixa cair a lágrima, e continuamos
a fazer a pergunta... porquê, e porquê

Lisa














quarta-feira, dezembro 03, 2014

Pensamos e voltamos a pensar!  Sim porque ele, o pensamento até ver ainda continua livre, mas um dia sem alguém esperar o temos amordaçado se entretanto não começarmos a deitar atenção, a pequenas coisas que nos fazem.
Posso dizer que é das coisas que mais preso, liberdade de pensar.
Porque ser livre é como a água que corre no ribeiro sem ninguém a conseguir parar, como um bando de pardais que voam em todas as direcções. A folha que cai a cada outono e volta a florir na primavera sem ninguém lhe meter freio, ela própria sabe a hora o dia .
Este foi um pensamento, que hoje e sempre habita no meu coração.

Lisa


















sexta-feira, novembro 21, 2014

Em cada amanhecer perguntamos a nós próprios como será o mesmo, de sol, chuva, ou ventania que nos faça levar para longe os pensamentos maus, e os momentos. Penso que em cada acordar já é uma aventura actual, não é que me preocupe a bolsa porque não faço parte dela, mas me preocupa sim, o que a envolve e todas as tramoias feitas, nas nossas costas que pairam no ar que nos leva por arrasto. Sim porque esta coisas de ser honesto e digno, está a ficar fora de moda.
Mais corruptos se desejam para nos levar a todos a pobreza isso sim?

E com isto desejo bom fim de semana a quem passar por aqui.





















imagem: jorgemiguelcs.wordpress.com/

terça-feira, novembro 18, 2014

       


 Escuta, escuta: tenho ainda
 uma coisa a dizer.
 Não é importante, eu sei, não vai
 salvar o mundo, não mudará
 a vida de ninguém - mas quem
 é hoje capaz de salvar o mundo
 ou apenas mudar o sentido
 da vida de alguém?
 Escuta-me, não te demoro.
 É coisa pouca, como a chuvinha
 que vem vindo devagar.
 São três, quatro palavras, pouco
 mais. Palavras que te quero confiar,
 para que não se extinga o seu lume,
 o seu lume breve.
 Palavras que muito amei,
 que talvez ame ainda.
 Elas são a casa, o sal da língua.
        


        Eugenio de Andrade