sexta-feira, fevereiro 07, 2014

Prometi aos amigos por aqui voltar quando as ideias ficassem em ordem, Cada dia que passa as mesmas ficam silenciadas por ver o que vejo, sentir a "raiva" que sinto por seres que nos levaram a este caminho.
Não poderei de certa forma falar de mim nem dos meus, a verdade é que vejo tanta injustiça, pelos que não tem pão, trabalho, casa e todo um arrastar de coisas que poucos podem resolver. A saúde muito mal, os hospitais estão abarrotar de pessoas, a educação é o que se sabe, a cultura é um bem para deitar fora, convêm cidadão"burro" mais fácil de manobrar.O que nos dão é,TV com programas fracos, novelas em cima de novelas, Big Brother com pessoas sem nível e educação...pelo que ouço e não é por ver, mas a dizer mais parece um bar de alterne. E para acabar com este rosário grande, temos um inverno que não deixa sair da "toca" porque o verdadeiro anda a solta, e a usar o que pertence a nação,e a nós pensionistas do que trabalhamos, e assim vai este país sem ponta por onde se pegue. Agora pergunto eu, haverá alguém por ai perdido, que ajuda este Portugal que todos amamos, para não deixar acabar o que os outros nos deixaram, porque por este andar, até um dia os monumentos são vendidos em haste publica, tenham dó.

Virei por aqui sempre que poder e der. Obrigados.

Lisa

quarta-feira, janeiro 22, 2014

Amigos deste blog! Durante algum tempo por aqui vou estar ausente, se me perguntarem o porquê, até eu não sei dizer, são coisas que todos nós temos, devemos estar em silêncio para colocar ideias no lugar, e assim vou continuar um tempo para mim.

Lisa


sábado, janeiro 18, 2014

Serenata

Permita que eu feche os meus olhos,
pois é muito longe e tão tarde!
Pensei que era apenas demora,
e cantando pus-me a esperar-te.

Permite que agora emudeça:
que me conforme em ser sozinha.
Há uma doce luz no silencio,
e a dor é de origem divina.

Permite que eu volte o meu rosto
para um céu maior que este mundo,
e aprenda a ser dócil no sonho
como as estrelas no seu rumo.

Cecília Meireles


quarta-feira, janeiro 15, 2014

Cada um de nós é como o velho tronco de árvore.
Todas as nossa alegrias e tristezas ficam iguais.
Quando alegres, as folhas estão verdes, e florescem de lindas flores, e rebentos.
Quando tristes,ramos secos e sem brilho,e assim caminhamos pela vida fora. Só temos que enfrentar todas as nossas adversidades e teimar para
não nos deixar abater, as mágoas as vamos guardar para a primavera.
Isto eu penso a cada instante, hora e minuto, até num simples segundo.
E como dizem, as árvores devem morrer de pé.

Lisa