sexta-feira, outubro 05, 2007

Memórias


Hoje como em tantos dias, lembra coisas do passado,não longe mas que se fazem grandes memórias.
Como sempre se diz,quem não tem passado não tem memórias para contar,pois hoje me lembrei que faz,vinte anos ter acorrido a uma chamada de urgência para,transportar uma senhora para o Hospital,que estava prestes a dar a luz! Logo nos dirigimos para o local,um pouco longe por sinal, sendo o local uma casa de lavoura com poucos recursos humanos e físicos, no local nos deparamos,com falta de tudo mesmo a própria ambulância para o transporte,não estar munida de grande material para o mesmo.
Na casa da paciente nos acercamos na cama da mesma,onde ela se encontrava sentada,de pernas abertas,quando não é o meu espanto a criança estava a nascer,ali nas minhas mãos que a aparou,logo de seguida cortamos o cordão umbilical,com uma navalha que esta ali a mão, no bolso do colega depois,de a mesma ser desinfectada,logo vimos ser um belo rapaz,logo de seguida Hospital.
Hoje anda aí bem,graças a Deus mal sabendo desta parteira,mas que eu sei quem é, por isso digo, fazer bem não olhar a quem.Estas coisas nos faz crescer ser fortes,para enfrentar a vida e a morte,se necessário.

Rabiscado por agulheta

quarta-feira, outubro 03, 2007

Esperança


Eu sei que é um pouco maçador falar de Bombeiros sempre,mas como foi este blog feito para o mesmo tenho ideias de ir colocando aos poucos um pouco da minha sabedoria,ao longo do tempo a fazer este serviço,mas para não maçar eu hoje vou colocar aqui um poema,para dar um pouco daquilo que gosto,quer fazer alguns quer postar de outros autores este de hoje é de um autor brasileiro mas que gosto muito


ESPERANÇA

Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenes
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E
— ó delicioso voo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...


Mário Quintana

Emotivo


Dias há que nos sentimos,mais emotivos do que outros esta coisa de ser Bombeiro mexe muito com nós em muitas situações,uma das quais as pessoas de idade,que tanto sofrem neste País,tão diferente de outros uns que conheço e outros,nem tanto assim,em alguns que falo, as pessoas idosas tem dignidade.Para não falar nos Hospitais ali estão os velhinhos, a espera dos familiares se vierem, depois andam de ambulância de lado para lado,uma tristeza! Trabalha-mos uma vida para quê,chegando a nossa reforma o que nos oferecem,estamos a falar de pessoas de idade,e não de gente jovem? pois a esses eles fogem para trabalhar onde lhe dão valor e auto-estima,agora falar em Bombeiros? este caso ainda é pior o que nos dão,isenção da taxa moderadora,pagar umas propinas! se estiver nos Bombeiros há mais de dois anos,ou então se morrer... aí coitadinho mal é dele que morreu,vão dar uns tostões e quando vier,a espera vai ser longa

Rabiscado por agulheta

segunda-feira, outubro 01, 2007

Massagem Cardíaca


A massagem cardíaca forma-se combinando respiração artificial com a reanimação cardiopulmunar básica,que deve iniciar-se de imediato para auxiliar a pessoa que sofre uma paragem cardíaca.Graças à operação,que deve ser realizada em caso de necessidade,incluindo por quem não tenha nenhuma experiência de primeiros socorros,pode manter-se uma circulação artificial suficiente para manter a vítima com vida até que recupere ou receba a oportuna assistência médica profissional.

EXECUÇÃO DA MASSAGEM CARDÍACA

Para realizar a massagem cardíaca,o socorrista deve ajoelhar-se junto da vítima,deitada sobre uma superfície firme e plana,à altura dos ombros,de tal modo que possa colocar os braços estendidos sobre o seu peito.
Depois localizar o esterno,deve apoiar a palma de uma mão sobre a porção inferior do osso e colocar a palma da outra mão sobre a primeira,entrelaçando os dedos e separando-os do tórax.
Cada compressão consegue-se inclinando-se para a frente com os braços estendidos(sem dobrar os cotovelos), a fim de descarregar o peso do próprio corpo sobre o peito da vítima o suficiente para deprimir o esterno quatro ou cinco centímetros.
A operação efectua-se com um movimento de balanço rápido,mantendo a compressão não mais de meio segundo e libertando de imediato a pressão para que o coração se distenda,mas sem modificar a posição das mãos e dos braços,para realizar outra de imediato. Com ele,pode conseguir-se uma frequência de 80 a 100 compressões por minuto,embora se considere o suficiente manter um ritmo de 60 compressões por minuto,intercaladas com oportunas pausas para realizar a respiração artificial.