
UMA MANHÃ
Das palavras que me dissestes aquela manhã
Guardo na lembraça o som de algumas
Amor, que mais me parecia o sol da manhã
Que embora quente, é imcapaz de queimar
Eternidade, que me parecia um pouco exagerado
Seria o suficiente se fosse ao teu lado
Felicidade que me parecia impossivel
Se tornava finalmente algo real para mim
Então como se nada daquilo fosse verdade, você se foi
E ainda me lembro das palavras daquela manhã
Amor, ainda o sinto
Mas o sol da manhã deu lugar a fogo insuportavel
Que queima e sufoca meu peito
Eternidade...
É pra onde caminho com meu sofrimento
Descobri que só o sofrimento perdura por tanto tempo
Enquanto a felicidade
Essa descobri que na verdade nunca existiu...
Arturo Angelin
Quem vier visitar o blog,bom fim de semana e sejam felizes
9 comentários:
Olá, Lisa!
Antes de tudo, desejo a ti a aos teus um ano de 2011 cheio de realizações e felicidade!
Escolheste hoje um poema triste, mas muito lindo!
Beijinhos!
♥
Boa noite querida amiga,
este é um poema triste, que descreve um estado de alma em total sofrimento, mas não deixa de ser bonito por isso.
Beijinho e dorme bem.
Ana Martins
Olá Lisa
Adorei o poema, mesmo melancólico, triste.
Não conhecia. Obrigada pela partilha.
Bjs.
Sempre poemas lindissimos que aqui encontro.
Boa semana.
Beijito.
Querida Lisa!
O poema é muito bonito embora melancólico.
Espero que não corresponda ao teu estado psicológico.
O José está de cama, com gripe e afónico.
Vamos ver se amanhã já se levanta.
Beijinhos
Ná
Olá querida amiga
Lindo, a felicidade existe. Enquanto houver amor sempre temos a esperança.
Com muito carinho BJS.
Não conheço o autor, mas escolheste um excelente poema.
Obrigado pela partilha. É a ler boa poesia como esta que se vai aprendendo a escrever umas coisitas...
Beijo, querida amiga Elisa.
*
um belo poema,
espero que não seja
um estado de alma !
,
conchinhas,
,
*
Gostei de ver o mar de chamas ornado a oiro, gostei do efeito e andei em busca dos comentários, ahhh, lá estavam eles escondidinhos...
É verdade, a felicidade é tão efemera que descobrimos quase sempre e já tarde (depende de cada um) que nunca existiu...
beijinho da laura
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