quinta-feira, novembro 17, 2016

Pensar que o ano corre com grande velocidade e logo estamos noutro Natal.É das festas que mais gosto realmente,embora venha a saudade de outros tempos,e outras épocas.Hoje se vive mais em correria sem tempo para nada até para descansar temos pouco tempo,sinal dos tempos.
E para que nos vamos lembrando,do bom e do menos bom um pequeno mimo fica.


Lisa



















sexta-feira, novembro 04, 2016

Prensamentos são pássaros voando em todas as direções.














segunda-feira, outubro 31, 2016

Folhas de Outono mortas pela solidão
de amores deitados ao vento
todas elas de desalento e expostas 
aos  tropeços e calçados gastos
nos caminhos














sexta-feira, junho 17, 2016

Boa tarde a todos os amigos que tenho por aqui.Obrigados pela preocupação acerca da minha pessoa.A verdade é que o ano findo e principio deste foi deveras complicado para mim,motivos de saúde me obrigaram a isso,umas pelo meu companheiro de vida,outras por mim própria.
Parece que enformei que fui operada aos olhos e não podia andar aqui como noutras alturas,a vida é assim mesmo,quando menos esperamos nos vem algo pela porta dentro que somos incapazes de dar a volta muitas vezes.O dinheiro ajuda bastante,mas a saúde é um bem inestimável.
Felizmente parece que está a entrar as coisas na forma e vamos ver daqui para a frente.Espero que sim,vou tentar visitar os amigos(as) que se preocupam com a gente...mais uma vez obrigado.

Para vós com carinho e amizade,flores.












Lisa

segunda-feira, março 21, 2016

A poesia é como a boca
dos ventos na harpa
nuvem a comer na árvore
vazia que desfolha a noite
raiz entrando em orvalhos...
Floresta que oculta quem aparece
como quem fala desaparece na boca
cigarra que estoura o crepúsculo
que a contém o beijo dos rios
aberto nos campos
espalmando em álacres
os pássaros
e é livre
como um rumo
nem desconfiado...

Manuel de Barros












quinta-feira, fevereiro 25, 2016

«Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida.
Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica 
quando tocamos a pessoa certa.» 


Carlos Drummond de Andrade



















sábado, fevereiro 13, 2016

"Meu Deus! Como é engraçado.
Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço.
Uma fita dando voltas. Enrosca-se, mas não embola.
Vira, revira, circula e pronto, está dado o laço.
É assim que é o abraço (...)
Ah, então é assim o amor, a amizade, tudo que é sentimento.
Como um pedaço de fita.
Enrosca, segura um pouquinho, mas não pode se desfazer a qualquer hora, deixando livre as duas bandas do laço.
Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade.
E quando alguém briga então se diz: romperam-se os laços.
Então o amor, a amizade são isso.
Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam.
Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço." 


 Mário Quintana






quarta-feira, janeiro 27, 2016

Hoje pela manhã me tive que deslocar ao condomínio e fiquei sem palavras quando pela porta entra uma senhora a pedir trabalho para a limpeza!A mesma foi desfiando a sua vida, que tinha 44 anos e eu que ali estava a espera de ser atendida fiquei tão triste por ouvir e sem o querer fazer, o desfiar da sua vida. A mesma foi dito que no momento estavam servidos, mas se precisassem a chamariam, mas que o horário seria pelas seis horas da manhã, ao qual a mesma respondeu nem que fosse as quatro!
Agora eu penso, que sociedade é esta que tantos anos de democracia se tenha que mendigar, sim mendigar um trabalho? Enquanto outros se fartam de "roubar" borlar e por ai em diante a vida de todos.
Isto foi um desabafo de alma ao qual assisti e um dia pode ser de um qualquer de nós,me revolta sinceramente que não tenhamos todos direito ao trabalho e pão para dar aos filhos.


Lisa 27/01/2016

terça-feira, janeiro 26, 2016

Hoje na minha lide diária de “dona de casa” sim porque dona dela sou todos os dias. Me senti feliz com pequenas coisas que por vezes temos que nada apaga as boas lembranças.
Só posso dizer que a saúde é um bem maior que tudo na vida, muita outra coisa vem a seguir, e neste vai e vem de pensamentos me lembrei do meu tempo de escola. Sim do tempo que pouco ou nada era fácil, todas as coisas demoravam muito tempo para acontecer. Os campos não eram tão férteis, demorava a plantar e muito tempo para colher. Hoje em dia outras formas de fazer crescer, mas nada mais saudável como era. Os animais frangos coelhos, porcos para alimentação demorava muito tempo para se poder comer, mas tudo era mais saudável e melhor para a saúde Na escola todo o material era contado ao milímetro e nada podia faltar no fim da aula, era recolhido no velho armário de madeira, de vidro forrado a pano verde, os lápis de várias cores eram o encanto dos desenhos feitos e foram tantos, um deles não posso esquecer, uma seara de trigo verde e papoilas pelo meio, coisas há que ficam na lembrança como esta.
















(foto Google)