terça-feira, julho 12, 2011

Estou contente que o meu blog,este e somente este volta-se a ficar como sempre foi.Consigo abrir sem problemas como tal foi realmente um presente para mim. Embora tenha criado outro com a mesma característica e como dizem que não à amor como o primeiro,e este vai fazer anos daqui a uns dias,vai continuar.




 
 
 
 
 
 
 
 
   


Respiro a única felicidade que sou capaz - uma consciência atenciosa e cordial. Passeio o dia todo(...) cada ser que encontro, cada cheiro dessa rua, tudo é pretexto para amar sem medida. Jovens mulheres super visionam uma colónia de férias, a trombeta do vendedor de sorvetes, as barracas de frutas, melancias vermelhas com caroços negros, uvas translúcidas e meladas - tantos apoios para quem não sabe ser só. Mas a flauta ácida e terna das cigarras, o perfume de águas e de estrelas que se encontram nas noites de Setembro, os caminhos aromáticos entre as árvores de pistache e os juncos. tantos sinais de amor para quem é forçado a ser só.


Albert Camus
 
 



3 comentários:

Graça Pereira disse...

Emotiva esta passagem de Albert Camus... O teu blog continua lindo e...tenho de estar atenta ao aniversário dele, para vir brindar contigo!
Beijo
Graça

Mona Lisa disse...

Olá Lisa

Uma escolha soberba.

Obrigada pela partilha.

Bjs.

Maria Luisa Adães disse...

Linda essa parte de Albert Camus...

Há uns anos te conheço e ao dizer isto senti nostalgia - eramos diferentes - eramos iguais, não sei dizer...

Mas graças, por teres recuperado este blogs lindo.

Com saudade,

Maria Luísa