terça-feira, maio 31, 2011

Para falar verdade me custa deixar de escrever aqui,mas estou a ver que o terei que fazer enquanto o blogue assim continuar,entro bem na minha conta de correio,mas para fazer um post,tenho que esperar tempos infinitos,não sei o que se passa não se entra no painel.Se andam com modificações deveriam dizer de uma vez,quero comentar e custa entrar nos amigos,assim não dá paciência tem limites.Já mudei para outro lado,mas estou habituada a este e gosto de postar aqui,tenho amigos por aqui e como tal merecem o meu respeito.Aqueles que eu poder fazer visita vou,aos que não poder peço desculpa para aguardarem até ver se isto tomo rumo.SENHORES DA GOOGLE TANTA TECNOLOGIA E CONTINUAMOS A ANDAR PARA TRÁS,ESPERO QUE OUÇAM ESTE APELO E TRATEM DE RESOLVER A SITUAÇÃO,COMIGO FORAM DUAS VEZES,VEJO MUITA GENTE A SE QUEIXAR E NINGUÉM VÊ NADA,ENTRO EM TODOS OS LADOS DO BLOG E PARA VIR AO PAINEL TENHO DE FAZER UMA PENITÊNCIA.VOU FAZER GREVE DESTE ESPAÇO UNS TEMPOS,TAMBÉM TENHO DIREITO,OU NÃO SERÁ.TODOS QUE ASSIM ESTIVEREM DEVIAM FAZER O MESMO ATÉ QUE SE FAÇA OUVIR A VOZ DA RAZÃO...FICO ESPERANDO DIAS MELHORES.

sexta-feira, maio 27, 2011

A felicidade se faz em pequenas coisas, é acariciar uma flor,fazer da vida uma mensagem de amor.
Ama os pássaros,floresta sua beleza,olha uma estrela que brilha.
Conta  cada pedra do caminho e sente como custa percorrer,
vê a beleza da borboleta que voa livre de flor em flor,e  sua forma de pousar  parecendo acordar.
Ama muito e faz tudo com amor em volta de ti,só assim serás feliz,observa a vida de cada dia e cada momento que é único
Te senta na beira do rio,molhas os pés e sente o cantar da água pela manhã,mete os pés na terra como um camponês que semeia o trigo para  colher e fazer o pão.Cada dia preciso mais e mais destas palavras,tudo que ultrapassa é palavra esquecida,quero um mundo melhor.

Lisa 27/05/2011

terça-feira, maio 24, 2011

Hoje falei nos benefícios da dança aqui! http://marchamas.wordpress.com
E aqui neste sitio tenho o mesmo mas noutro servidor: http://agulheta_7.blogs.sapo.pt/


Se estiverem interessados em ler serão bem vindos a este espaço.

segunda-feira, maio 23, 2011

O Tempo Passa? Não Passa, O tempo passa?
Não passa no abismo do coração.
Lá dentro, perdura a graça
do amor, florindo em canção.

O tempo nos aproxima
cada vez mais, nos reduz
a um só verso e uma rima
de mãos e olhos, na luz.

Não há tempo consumido
nem tempo a economizar.
O tempo é todo vestido
de amor e tempo de amar.

O meu tempo e o teu, amada,
transcendem qualquer medida.
Além do amor, não há nada,
amar é o sumo da vida.

São mitos de calendário
tanto o ontem como o agora,
e o teu aniversário
é um nascer toda a hora.

E nosso amor, que brotou
do tempo, não tem idade,
pois só quem ama
escutou o apelo da eternidade.

Carlos Drummond de Andrade, in 'Amar se Aprende Amando

sexta-feira, maio 20, 2011

A casa são pedaços que guardam memórias
cicatrizes que o tempo não apagou
nela ficam as lágrimas,as dores em cada parede.
Nos degraus ficam os sonhos da noite de luar
o vento que assobiava e trazia folhas envoltas.
cada casa tem um segredo que guardamos!
O chamar da mãe, e voz austera do pai,
a mão dada do irmão,o jantar em volta da mesa
paredes brancas da paz habitada em cada ser
Cada casa tem o místico, as vozes familiares
segredos nossos tão fortes, e passados com história.


Lisa

quarta-feira, maio 11, 2011

A pouco visitando o blog na Casa do Rau fiquei sem palavras em saber da morte da Fernandinha e Poemas, a vida é tão pequena que as palavras custam a sair quando sentimos a perda de alguém e esse ser um amigo (a) comum de tantos de nós que por aqui partilham ideias e palavras,a pouco fiquei sem elas.Quando esta amiga visitava alguém era sempre esta frase deixada...(beijinho  de carinho) assim será,e como gostava de poemas a ela este é dedicado de um poeta que gosto.

"Os amigos amei
despido de ternura
fatigada;
uns iam, outros vinham,
a nenhum perguntava
porque partia,
porque ficava;
era pouco o que tinha,
pouco o que dava,
mas também só queria
partilhar
a sede de alegria —
por mais amarga.

Eugénio de Andrade, in "Coração do Dia"

terça-feira, maio 10, 2011

Como tenho dito várias vezes gosto de andar pela manhã e ir ao encontro de quem passeia,ou simplesmente fala em alegre cavaqueira na mesa do café,hoje menos visitada perante a crise que nos habita dia a dia, e veio para ficar dizem.Pelo menos a meio da manhã sinto falta  do tal café,hoje quando o estava a tomar e longe de casa vejo que o mal é comum.Alguns pescadores se queixavam uns para os outros,que os espanhóis levam tudo e eles nada,pescam com malha ou (redes) diferentes e tudo que vem a ela é peixe.Ouvi e pensei se será tudo verdade,e como o Tomé ver para crer,me desloquei a lota e o peixe "nosso" era mais caro que no supermercado? Então ficamos como,ainda dizem gastar português...nesta forma de ver não sei se será bem assim,cada dia os euros custam mais a sair da carteira,então vamos a quem vende mais barato.

Lisa

sexta-feira, maio 06, 2011

Por muitos lugares que percorremos cada um tem o seu encanto e forma de o ver  e de o olhar,e sentir e ver a diferença de um e do outro.O dia de ontem foi especial, me levou a andar alguns km mas que foram maravilhosos.Pela ida a paisagem era de cortar a respiração tamanha a beleza envolvente,era as cores de vários verdes,animais nas pastagens,a agua correndo pelo meio dos campos, o sol, e todo o seu esplendor.Na vinda o cheiro entrava pelo vidro do automóvel ,à erva, giestas e camomila,os pulmões respiravam o ar maravilhoso de fim de tarde! Ao longe se via o mar, ali estava o sol  junto dele esperando se esconder.São momentos destes que contemos na memória e no olhar,tentar perceber que a vida tem coisas maravilhosas para nos dar,e pode igualmente trazer felicidade só de admirar,para tal precisamos de deitar o olhar com amor ao que nos rodeia...adorei o que vi.

Lisa

terça-feira, maio 03, 2011

Praia do Paraíso
Era a primeira 
vez que nus os nossos corpos 
Apesar da penumbra á vontade se olhavam 
Surpresos de saber que tinham tantos olhos 
Que podiam ser luz de tantos candelabros 
Era a primeira vez cerrados os estores 
Só o rumor do mar permanecera em casa 
E sabias a sal, e cheiravas a limos 
Que tivesses ouvido o canto das cigarras 
Havia mais que céu no céu do teu sorriso 
Madrugada de tudo em tudo que sonhavas 
Em teus braços tocar era tocar os ramos 
Que estremecem ao sol desde que o mundo é mundo 
É preciso afinal chegar aos cinquenta anos 
Para se ver que aos vinte é que se teve tudo.

Davide Mourão Ferreira