terça-feira, agosto 31, 2010



Como As Espigas

Finalmente (embora
saibas que não há
nem fim nem princípio):
deves dizer ainda
que há uma rosa de espuma
no teu peito e que
o seu perfume
não se esgota. E que lá
também existe
uma fonte onde bebem
as flores silvestres. Mas não
humildes, como ias
chamar-Ihes: altas
como as espigas
do vento, que no vento
se esquecem e que no vento
amadurecem.



Albano Martins
in Escrito a Vermelho

10 comentários:

Sonhadora disse...

Minha querida
Um maravilhoso poema, levou-me a paragens distantes, sentires esquecidos.

Beijinhos
Sonhadora

poetaeusou . . . disse...

*
que belo
restolho de palavras !
,
brisas serenas,
ficam
,
*

Graça Pereira disse...

As flores silvestres são as mais naturais e perfumadas... têm o direito de se altearem como as espigas e de serem beijadas pelo vento...
Bjs e um bom fds
Graça

alegria de viver disse...

Olá querida amiga

Lindo, é um poema dourado.
Bela escolha.

Com muito carinho BJS.

Dulce disse...

Lisa

Um delicado poema este que hoje traz até nós, minha amiga...
Tenha uma linda tarde e um bom final de semana.
Beijos

Mona Lisa disse...

Olá Lisa

Lendo o poema deixei-me levar pela imaginação e remexi no baú das recordações...

Bjs.

Flor ♥ disse...

Que bela escolha!

Beijos, boa semana, Lisa!

Fernanda disse...

Querida Lisa!

São lindas as rosas silvestres, aliás são lindas todas as flores silvestres...

Belíssimo poema.

Beijos

Céci disse...

Ola Amiga Elisa,

Bonito este poema, cheio de cor e cheiro!

Bjinhos

Céci

Ana disse...

Escolheste um poema maravilhoso, adorei!
Desejo-te uma semana muito feliz!
Beijocas doces,
Ana Paula