domingo, maio 30, 2010



Brisa
Que branca mão na brisa se despede?
Que palavra de amor
A noite de maio em si recebe e perde?
Desenha-te o luar como uma estátua
Que no tempo não fica
Quem poderá deter
O instante que não pára de morrer

Sophia de Mello Breyner

9 comentários:

Maria disse...

Magnífica Sophia!!!
Obrigada, Lisa.

Beijinho.

Fernanda disse...

Amiga Lisa.

Não conhecia este belo poema de
Sophia de Mello Breyner.
Sempre li mais os textos dela do que a poesia.
Obrigada por ma teres revelado.

Beijinhos da Ná

Sonia Schmorantz disse...

Maravilhosa esta postagem, imagem e palavras!
beijo, ótima semana

Flor ♥ disse...

Oi, querida!

Quanta saudade... o tempo anda muito corrido e hoje vim colocar em dia minha leitura e visitar os amigos queridos!

Sophia é maravihosa e a tua escolha foi perfeita!

Desejo a você uma semana cheia de paz!

Bjs.

Maria disse...

Querida amiga, deixei um selinho no meu cantinho para si.
Tenha uma semana magnífica.
Bjs do tamanho do infinito
Maria

Mona Lisa disse...

Olá Lisa

Poema e foto em sintonia.

Não conhecia este poema.
Obrigada pela partilha.
Bjs.

Céci disse...

Ola Amiga Lisa,

Lindo este poema da Sophia de Mello Breyner!

Bjinhios

Céci

alegria de viver disse...

Olá querida

Lindo, poema de sentimento.
Com muito carinho BJS.

Agulheta disse...

Aos amigos(as) que deixaram palavras de afecto e opinão,o meu obrigado.Esta forma de blogs,não se pode agradeçer no comentário feito,o que não se passa com os doutro servidor "sapo",gosto mais de seguida fazer a visita aos seus e agradeçer o gesto amigo.
Beijinho Lisa