terça-feira, setembro 30, 2008

Ternura



Hoje bem melhor,aqui venho para dizer obrigado aos amigos e sua gentileza,e para oferecer nada melhor que este poema de Vinicius de Moraes

Ternura

Eu te peço perdão por te amar de repente. Embora o meu amor seja uma velha canção nos teus ouvidos.

Das horas que passei à sombra dos teus gestos. Bebendo em tua boca o perfume dos sorrisos, das noites que vivi acalentado. Pela graça indizível dos teus passos eternamente fugindo. Trago a doçura dos que aceitam melancolicamente.

Posso-te dizer que o grande afecto que te deixo, não traz o exaspero das lágrimas nem a fascinação das promessas, Nem as misteriosas palavras dos véus da alma...

É um sossego, uma unção, um transbordamento de carícias. E só te pede que repousos quieta, muito quieta, e deixes que as mãos cálidas da noite encontrem sem fatalidade o olhar extático da aurora



Vinicius de Moraes

7 comentários:

Sophiamar disse...

Venho deixar-te um beijinho, um abraço apertado e agradecer as palavras sempre amigas.

Bem hajas!

FERNANDA & POEMAS disse...

Olá querida Amiga Lisa, belíssimo poema!!!
Grata pelas visitas ao meu cantinho e as tuas palavras carinhosas, que Deus te proteja e á tua família... Beijinhos de carinho e ternura,
Fernandinhga

As Sombras de Fim do Dia disse...

um beijinho e um obrigado, vinicius é uma oferta maravilhosa.

... :)

Agulheta disse...

Olá Sophia.Agradeço o abraço,e amizade sempre.
Beijinho

Agulheta disse...

Fernanda. Agradeço as palavras de carinho com que me brindas.
Beijinho

Agulheta disse...

As Sombras de fim do dia.
Gosto bastante de Vinicius,este aqui é lindo.
Beijinho

sagitario disse...

vim ter ao seu blog e gostei, só alguem que vive rodeada de paisagens como é o Minho, transmite tanta emoção
um abraço