sexta-feira, setembro 12, 2008

As Espirais do Silêncio



Quem ama a liberdade conhece que é idêntica a verdade e a não-verdade o ser e o vazio e por isso na sua celebração a metáfora expande-se na liberdade de ser a ténue sabedoria desse momento e só desse momento em que o arco cresce.Há então que procurar a chuva dessa nuvem ou desdizê-la não para o nosso olhar mas para um outro rosto de areia que cresce no vazio e poderá ser de pedra ou de ouro ou só de uma penugem O poema é o encontro destas duas faces de nenhuma substância quando no vazio do céu os anjos se diluem com as mãos despojadas

António Ramos Rosa

12 comentários:

Sonia Regly disse...

Obrigada pelas doces visitinhas lá no Compartilhando as Letras.Obrigada.

Agulheta disse...

Olá Sónia.Obrigada pela visita.
Beijinho

Fernando Souza disse...

Anjos, borboletas, verdades, liberdade. Viva! Continue transmitindo esperança.


Abs,
fernando
http://neo-bio-blog.blogspot.com/

maria josé quintela disse...

bela e profunda esta reflexão do antónio ramos rosa!




beijinho

mundo azul disse...

...que belas palavras, amiga!
Há muita poesia no seu texto...


Beijos de luz e um domingo feliz!!!

Carla disse...

porque os opostos têm uma forte capacidade de atração
boa semana
beijos

Papoila disse...

Querida Amiga:
Que beleza! A foto e o texto de António Ramos Rosa em conjugação perfeita!
Beijo

Agulheta disse...

Fernando.Gosto de todas as coisas que fala o post!
Beijinho

Agulheta disse...

Maria Jose Quintela.Agradeço a visita,como as palavras.
Beijinho

Agulheta disse...

Mundo Azul.Como seria bonito,a vida do dia a dia ter mais poesia!
Agradeço visita
Doce beijo

Agulheta disse...

Carla. Concordo com as palavras,sei que assim é!
Agradeço visita
Terno beijo

Agulheta disse...

Papoila. Gosto bastante deste escritor!como tal partilho,um pouco.
Agradeço a visita,e meu terno Beijo