terça-feira, setembro 30, 2008

Ternura



Hoje bem melhor,aqui venho para dizer obrigado aos amigos e sua gentileza,e para oferecer nada melhor que este poema de Vinicius de Moraes

Ternura

Eu te peço perdão por te amar de repente. Embora o meu amor seja uma velha canção nos teus ouvidos.

Das horas que passei à sombra dos teus gestos. Bebendo em tua boca o perfume dos sorrisos, das noites que vivi acalentado. Pela graça indizível dos teus passos eternamente fugindo. Trago a doçura dos que aceitam melancolicamente.

Posso-te dizer que o grande afecto que te deixo, não traz o exaspero das lágrimas nem a fascinação das promessas, Nem as misteriosas palavras dos véus da alma...

É um sossego, uma unção, um transbordamento de carícias. E só te pede que repousos quieta, muito quieta, e deixes que as mãos cálidas da noite encontrem sem fatalidade o olhar extático da aurora



Vinicius de Moraes

segunda-feira, setembro 29, 2008

Porque sou Assim



Este fim de semana não vim aqui pois estive de cama com uma gripe que não me larga.Ontem vim só para fazer um post,de um actor que gostava muito,como tal não poderia passar a data sem falar no mesmo. Hoje venho a este espaço para agradecer aos amigos a visita e as palavras. Um pouco melhor como disse, deixo uma simples flor para vos agradeçer a visita,bem hajam pela amizade.

Papoila_Silêncio Culpado_Guilherme_Maria Luísa_Collybry_Salomé_Maria_Meg

Meu doce Beijo

domingo, setembro 28, 2008

Paul Newman


(Foto Google)

Nunca poderia deixar esta data sem falar no homem dos olhos lindos,Paul Newman.
encantou corações dos apaixonados do cinema,foram muitos os filmes e candidato a oscares,mas hoje aqui, só não lembrarei o coração generoso,mas o homem de lindos olhos azuis que me encantaram um dia, quando entrei no cinema para assistir a um filme seu (REBELDIA INDOMÁVEL).O último filme onde gostei muito do seu trabalho,é daqueles que gosto mesmo, e me marcaram bastante,ao lado do grande actor Kevin Costner. As Palavras que Nunca te Direi.Hoje se calou e fechou os seus lindos olhos para sempre vítima de cancro.

sexta-feira, setembro 26, 2008

Rugas



Algum tempo atrás num dia em visita a biblioteca municipal. Encontrei um poeta que gosto da sua forma de escrita,palavras simples que fala uma linguagem que chega a qualquer um.Como sou uma pessoa simples e gosto de ler e escrevo alguma poesia,a minha maneira claro,é como o meu coração estará na hora,mas hoje vou escrever aqui um poema deste escritor,espero que gostem e tentem ler.

Do Livro Mãos de Sal- Álvaro de Oliveira

Rugas

Nessas rugas
o gosto amargo
da dureza

Na ponta do cajado
o sebo
da nada

No suor
que dia a dia fazes cair na terra
o desespero
do teu ventre

Amigo
o poeta ama-te
vê-te em cada manhã
em cada dia que passas
despercebido

há-de florir um cajado
na tua mão

quarta-feira, setembro 24, 2008

Poema do coração



Eu queria que o Amor estivesse realmente no coração,
e também a Bondade,
e a Sinceridade,
e tudo, e tudo o mais, tudo estivesse realmente no coração.
Então poderia dizer-vos:
"Meus amados irmãos,
falo-vos do coração",
ou então:
"com o coração nas mãos".
Mas o meu coração é como o dos compêndios.
Tem duas válvulas (a tricúspida e a mitral)
e os seus compartimentos (duas aurículas e dois ventrículos).
O sangue ao circular contrai-os e distende-os
segundo a obrigação das leis dos movimentos.
Por vezes acontece
ver-se um homem, sem querer, com os lábios apertados,
e uma lâmina baça e agreste, que endurece
a luz dos olhos em bisel cortados.
Parece então que o coração estremece.
Mas não.
Sabe-se, e muito bem, com fundamento prático,
que esse vento que sopra e ateia os incêndios,
é coisa do simpático.
Vem tudo nos compêndios.

Então, meninos!
Vamos à lição!
Em quantas partes se divide o coração?

António Gedeão

terça-feira, setembro 23, 2008

Computador




Olá aos amigos deste blog, e também aos que gostam só de passar e ver. Pois no Domingo há noite, esta caixa que temos para comunicar, teve problemas e só veio a pouco.Espero que o mesmo esteja resolvido,pois em matéria de informática há os sérios,e nem tanto assim, e na hora das coisas avariar temos de recorrer a quem sabe, o que algumas vezes sabem menos do que nós,no fim só sabem dizer é tanto,paga e está o caso resolvido. Vamos ver como vai ser,espero que tenha ficado tudo bem.
Agora aqui queria deixar o meu afecto e amizade aos amigos que por aqui vieram.

Anjo_ Pião_Papoila_Salomé_Manuela_Carla_ Sombras do Fim do Dia

A todos vós o meu obrigado e bem hajam
Agulheta

domingo, setembro 21, 2008

Do Mar




Careimi Assmann conta: Diego não conhecia o mar. Santiago Kovadloff levou-o para descobrir o oceano.
Durante dias, viajaram para o sul. Certa tarde, Santiago disse para Diego: “atrás daquelas dunas está o mar”.
O coração do garoto batia de emoção. Subiu correndo as areias, sem esperar por ninguém - e, de repente, estava diante do oceano.
Foi tanta a imensidão, foi tanto o fulgor, que o menino ficou mudo. Quando conseguiu recuperar a voz, gaguejou:
“É muito grande! Me ajuda a olhar!”
O mestre comenta a respeito: “assim como ninguém pode nos ajudar a olhar o oceano, não
Careimi Assmann conta: Diego não conhecia o mar. Santiago Kovadloff levou-o para descobrir o oceano.
Durante dias, viajaram para o sul. Certa tarde, Santiago disse para Diego: “atrás daquelas dunas está o mar”.
O coração do garoto batia de emoção. Subiu correndo as areias, sem esperar por ninguém - e, de repente, estava diante do oceano.
Foi tanta a imensidão, foi tanto o fulgor, que o menino ficou mudo. Quando conseguiu recuperar a voz, gaguejou:
“É muito grande! Me ajuda a olhar!”
O mestre comenta a respeito: “assim como ninguém pode nos ajudar a olhar o oceano, não podemos usar os olhos de ninguém para entender e enxergar o que acontece conosco”.

Paulo Coelho

quinta-feira, setembro 18, 2008

Vindimas no Douro



Aqui se levam as cestas onde mais tarde,se pisa e se transforma no néctar,que irá encher as mesas de alegria e sabor,assim é o Vinho do Douro



Nos socalcos. Mas na vinha tem a história de um povo, os homens e mulheres do Douro,as mãos rugosas e com calos,falam por si,da subida e descida por socalcos com grandes cestos de uvas as costas para se deliciarem com suas castas,na mesa dos pobres e dos nobres. É realmente de perder os olhos o que a paisagem Duriense nos mostra

Sol_Poentes


Por_de_Sol. Onde a mãe natureza faz o resto,como lar para as aves,que voaram alto e durante o dia,e onde elas encontram o descanso,para um novo esvoaçar


Este poderia ser aquele Por_de_Sol,em areias Africanas de mil e uma noite de sonhos,que a qualquer hora despertamos,para um novo dia.


(imagem google)

Fim de tarde mar de Setembro. As saudades do verão se escondem no Por_do_Sol,de rara beleza,pelas suas cores,e magia dos sentidos e lembranças daquele amor

terça-feira, setembro 16, 2008

Teatro Cinema de Fafe



A construção do teatro foi uma iniciativa de José Summavielle Soares em 1923.
Foi inaugurado em 10 de Janeiro de 1924 com peça de teatro O Grande Amor, pela Companhia Aura Abranches.
Com o passar do tempo, o edifício foi-se degradando e deixou de ter condições para a exibição cinematográfica, pelo que foi encerrado ao público em 1981, por determinação da Direcção Geral de Espectáculos, por ameaçar ruína.
Obras de recuperação do Teatro-Cinema

Aprovado empréstimo bancário

Foi aprovado na última reunião do executivo um empréstimo de médio e longo prazo até ao limite de 3.500 000,00 euros para financiamento complementar do projecto do Teatro-Cinema. As obras de recuperação já se iniciaram no edifício estando orçadas em 4.175.111,89 euros.
Recorde-se que o Teatro-Cinema é um dos principais motivos de interesse arquitectónico da cidade de Fafe, constituindo para a época da sua abertura um importante marco cultural, tendo sido considerado um dos melhores teatros do norte do País.
Construído em 1923, aquele equipamento, considerado a “jóia da coroa” da cultura da cidade, esteve aberto do público durante várias décadas, exibindo teatro, cinema e outras artes, até que nos anos 80 foi encerrado por ordem superior, dada a sua progressiva degradação. Na sequência de algumas vicissitudes, foi adquirido pela autarquia fafense há alguns anos.
O teatro tem uma lotação de cerca de 400 lugares, incluindo a plateia, os frisos, os camarotes e o balcão. Como espaços laterais, e além do fosso da orquestra, camarins e átrio, destaca-se um magnífico salão nobre no primeiro andar, onde na época áurea da vida social, se realizavam bailes, ficando célebres os bailes de debutantes, manifestações de cultura e recreio e outras reuniões onde se juntava a sociedade fafense da época.
Todo esse conjunto será devidamente recuperado no âmbito das obras agora adjudicadas, para que o imóvel possa ser devolvido à fruição dos fafenses, como outrora, com todo o tipo de artes do espectáculo.
Por outro lado, em seu redor será construído um edifício para apoio técnico às actividades do Teatro-Cinema e que incluirá também a instalação da Academia de Música José Atalaya, a construção de um estúdio de cinema e outras estruturas culturais.
procurar aqui: http://www.cm-fafe.pt

segunda-feira, setembro 15, 2008

Amor Verdadeiro



O amor é paciente,e benigno,o amor não se esfuma não perde o brilho do olhar.O amor, não é inconveniente e não procura interesses,mas sim se dá por inteiro,nas horas minutos e segundos,assim é o amor!Pois ele deve ser carinhoso coerente verdadeiro,não se alegra com a injustiça,crê e sofre por vezes,mas tem de regozijar-se com a verdade. O amor na hora da chegada,nos lança o olhar... nos abraça como um grande amigo com saudades,este será o amor que todos sonhamos,uns porque o tenham,outros porque esperam ele.Mas tenham amor,verdadeiro e em todas as horas e circunstancias.

Lisa

sexta-feira, setembro 12, 2008

As Espirais do Silêncio



Quem ama a liberdade conhece que é idêntica a verdade e a não-verdade o ser e o vazio e por isso na sua celebração a metáfora expande-se na liberdade de ser a ténue sabedoria desse momento e só desse momento em que o arco cresce.Há então que procurar a chuva dessa nuvem ou desdizê-la não para o nosso olhar mas para um outro rosto de areia que cresce no vazio e poderá ser de pedra ou de ouro ou só de uma penugem O poema é o encontro destas duas faces de nenhuma substância quando no vazio do céu os anjos se diluem com as mãos despojadas

António Ramos Rosa

quinta-feira, setembro 11, 2008

Continuar Setembro


Em Setembro Algo que jamais esquece

O Mar que Deixa saudades

Aproximar do Outono
Setembro. Mês da melancolia,dos desencontros do verão,dos últimos banhos de mar,de um certo frio com o aproximar do Outono o cair das folhas.
Mas também daquele que nos trouxe um certo medo e receio,dos ataques as Torres Gémeas,de uma inquietação constante,de lutas raciais,de povos sofrendo dia a dia pela guerra. Pois é este Setembro que não gosto de recordar,onde muita gente sofreu inocente,pela ira e destruição,da luta do mais forte pelo mais fraco. Não se pode falar em paz se continuam a fazer a guerra,cada povo de cada país tem direito,a optar pelo que quer da sua vida e destino,não outros moldados a sua maneira,pois se continua a ver isto todos os dias,este Setembro não gosto definitivamente

terça-feira, setembro 09, 2008

Era Setembro




Era setembro,ou outro mês qualquer
propício a pequenas crueldades:
a sombra aperta os seus anéis.
Que queres tu ainda?
O sopro das dunas sobre a boca?
A luz quase despida?
Fazer do corpo todo
um lugar desviado do inverno?

Eugénio Andrade

segunda-feira, setembro 08, 2008

Ler



Ler é um hábito e os hábitos criam-se. A pessoa que frequentou a escola,ou mesmo o liceu,não se confunde necessariamente com a que está preparada para ler ou que tem na leitura um prazer difícil de dispensar.Ler, entre nós,sugere ainda extravagância,coisa de privilegiados e ociosos. Estamos,pois, longe dos países em que ler faz parte do quotidiano. No entanto,o panorama vai mudando e hoje,relativamente à população,verifica-se que a nossa quota de leitura não é de modo nenhum, vexatória.

Fernando Namora

sexta-feira, setembro 05, 2008

A Janela




Já algumas vez pensou bem para que serve uma janela. Pois dirão,para abrir de par em par,nos trazer alegria de viver,olhar para uma flor,dizer adeus a quem passa... Mas eu gosto da janela á noite para olhar a lua,contar estrelas e sonhar! Sim sonhar pois sempre podemos sonhar,com alguém que já não está junto de nós,as palavras que ficaram por dizer naquela noite fria,ou de estrelas, o beijo sentido na cara quando o luar bem espreitar. Me lembro bem da minha janela,onde acenava ao meu amor,lhe atirava beijos e pequenos papéis,com frases de amor.Tudo passou mas a minha janela está lá,sempre aberta para um lugar,esse lugar pode ser dum amigo que venha até mim falar de coisas banais,mas falar sobretudo de amizade verdadeira e de esperança por algo melhor,aí elas abrem bem de para em par,para entrar todos sem descriminação... só simplesmente com amizade.
Fiquem bem e bom fim semana Lisa

quinta-feira, setembro 04, 2008

Filmes


(FotoGoogle)

Tenho algumas coisas que adoro,a música a dança,a escrita e poesia,cinema. Para uma tarde bem passada,aqui vou eu ao cinema.A tarde meio nublada convidava a isso,lá foi ao shopping.Pois tinha estreado ontem o filme "Mama Mia"lindo adorei uma história simples como de qualquer um de nós com bons actores,as músicas dos ABBA que todos dançamos e cantamos noutras alturas,mas agora cantadas pelos artistas do filme,gostei de ver.Se pode dizer todos os actores, ou quase!Uns grandes (malucos)no bom sentido divertidos QB.adorei.
A sinipose do filme.
Mamma Mia" Um musical mais visto, e aplaudidos no mundo,baseado na música do grupo músical os ABBA que grande furor fizeram nos anos setenta.Filme para toda a família,onde se começa a rir de princípio ao fim. A sinipose do filme é uma mãe solteira e independente que gere um pequeno e idílico hotel numa ilha grega. A sua filha Sophia vai casar e convida as suas melhores amigas. Mas Sophia sonha encontrar o seu pai,faz convites inesperados. À ilha chegam três homens ((Colin Firth, Pierce Brosnan e Stellan Skarsgard) que pertencem ao passado de Donna,sendo que um qualquer pode ser o pai de Sophia. Em 24 horas, Donna desespera e tudo pode acontecer,até porque com um casamento por perto o romance anda no ar"

quarta-feira, setembro 03, 2008

Descobertas



O que falar do amor adormecido? Como dizia um grande pensador, “o vento é para o fogo o que a distância é para o amor, apaga as pequenas chamas e aviva as grandes”, dessa mesma forma encaro o amor que sinto agor, ainda é inexplicável, não consigo mais separar o certo do errado, o pecado do não pecado, nem mesmo consigo mais separar ela de mim, ou eu dela, basta nos aproximarmos e ele cresce, sempre foi assim, mas antes eu conseguia controlá-lo, vejo que minha chama era maior do que eu pensava, agora sei, para viver a dois, antes é necessário ser único, fui um só no passado, enquanto ela era uma só, nesse presente, embora sejamos dois corpos, nosso sentimento é único.
O que falar então, apenas do amor? Talvez não tenhamos nada para falar, mas tenhamos tudo para sentir, passei tempo demais sem sentir isso, e agora esse amor me leva e deixo que ele me carregue para onde quiser, pois não existe mais medo, e o que era distância no passado, transformou-se num desejo mútuo de estar perto um do outro e o outro do um, únicos, essa é a palavra, e é isso que separa paixões ardentes, verdadeiras, de paixões medíocres.
Comparações não são bem-vindas quando se trata de amor, existem diversos tipos de amores, e eu redescobri o meu.

Arturo Angelin

segunda-feira, setembro 01, 2008

Regresso


Pinhão Ancoradouro

Olá amigos blogistas. Depois de uns dias de férias,aqui estou no espaço de amizade entre todos,para dizer,que já tinha saudades. Pois como estamos habituados a publicar algo,quer seja sobre nós,de alguma informação,ou até de alguma achega,sempre que a mesma seja construtiva e salutar.
Pois no sábado a noite,depois toca a ir jantar e se chega tarde,ontem deu um pouco de preguiça para retomar o ritmo,da casa e desfazer as malas,etc.
Hoje pela manhã toca a fazer as pequenas coisas,como ver o que falta na dispensa,tomar o café com os amigos,mas uma coisa que fez falta! fazer uma visita a alguém que já não está entre nós,mas que me faz falta,estar lá um pouquinho,levar as flores de que gostavam,no regresso o meu coração ficou feliz.
Agora gostaria de agradecer aos amigos que deixaram aqui,amizade e boas palavras,dizer o quanto são importantes neste espaço uma simples palavra,um olá um beijo um abraço,mesmo sendo virtual,mas que fazem parte dele.Obrigado à MARIA_MENINA DO RIO_ ISIL_ALFAZEMA AZUL_FERNANDA &POEMAS_SALOMÉ_SOPHIA MAR.O meu terno Beijo Lisa